VII Encontro do Fórum Nacional de Justiça Protetiva – FONAJUP e XXV Encontro do Fórum Nacional de Justiça Juvenil - FONAJUV

26 Ago 2019

Por: Abraminj
Foto: Fonajup e Fonajuv

O XXV Fórum da Justiça Juvenil (FONAJUV) e o VII Fórum da Justiça Protetiva (FONAJUP) acontecerão entre os dias 9 E 11 de setembro de 2019, no Rio de Janeiro (RJ), no aditório do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, localizado na R. Dom Manuel, 37 - Centro, Rio de Janeiro - RJ. A abertura dos dois fóruns acontecerá em conjunto no dia 9 de setembro. 

O evento conta com o apoio da ABRAMINJ, da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (AMAERJ), da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (ERMERJ), do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro e do Fórum Estadual dos Juízes da Infância e Juventude do Rio de Janeiro (FOEJI-RJ)

As incrições podem ser feitas através do e-mail secretaria.abraminj@gmail.com ou pelo aplicativo da ABRAMINJ.

 

BOAS PRÁTICAS:

O Fórum Nacional de Justiça Protetiva (FONAJUP) contemplará também apresentação de Boas Práticas Jurídicas destinadas ao pública infanto-juvenil com o tema: "Adoção -Busca Ativa". As inscrições poderão ser realizadas no período de 29 de julho a 30 de agosto. Os participantes terão as obras expostas no formato de standers, com acesso do público participante durante todo o evento.

As inscrições pra o concurso podem ser feitas através do e-mail secretaria.abraminj@gmail.com ou pelo aplicativo da ABRAMINJ

FONAJUV:

Criado no dia 8 de agosto de 2008 com o objetivo de reunir e promover o debate entre magistrados e interessados pela temática infanto-juvenil, além de conhecer a realidade de cada região, os desafios e as experiências exitosas, buscando a construção de ferramentas para garantir a agilidade e a concretude na aplicação das medidas socioeducativas pelos juízes da área da Justiça Juvenil.

FONAJUP

O FONAJUP tem como missão a promoção do debate de temas relevantes entre os magistrados com competência em infância e juventude, com vistas a atribuir eficácia máxima às normas protetivas, bem como trabalhar na elaboração legislativa pertinente, para que a magistratura seja ouvida em todos os projetos de lei que digam respeito à criança e adolescente em situação de vulnerabilidade.